Para me vingar trepei com meu padrasto

Para me vingar trepei com meu padrasto

Muitas famílias possuem uma relação conflituosa, no caso da minha, acontece entre eu e minha mãe, vivemos em pé de guerra por tudo, o que leva a muitas situações desagradáveis, mas dessa vez seria diferente, nossas brigas fariam com que eu trepasse gostoso com o meu padrasto.

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Me chamo Amanda, tenho dezesseis anos, 1,55 de altura, 55 quilos, apesar de me achar gorda não tenho barriga, meu peso se concentra todo no traseiro e nas pernas, e apesar de querer emagrecer não nego que adoro ter a bunda grande, não tem nada melhor do que sair na rua e ser olhada por todos, sabendo que estou sendo desejada, isso realmente me excita.



Minha mãe tem trinta e dois anos, foi mãe bem cedo, se casou com meu pai mas as coisas não deram certo e ela acabou por se divorciar quando eu tinha oito anos. De la pra cá ela teve alguns relacionamentos, maioria não deu certo, até que ela finalmente conheceu meu padrasto Rogério, um cara muito bacana, amigável, calmo, o contrário dela. Com seus quarenta e dois anos uma das maiores tristezas dele é não poder ser pai, o que o fez se aproximar bastante de mim com um carinho paterno.

Eles namoraram por um ano e se casaram a dois, tudo bem naturalmente, diferente dos relacionamentos anteriores em que minha mãe pressionava o rapaz até fazê-lo fugir.

Nossos problemas familiares são vários, o estresse é constante, e a implicância dela está presente em todas as situações, na maioria das vezes por motivos fúteis, que tornam ainda mais estressantes para mim, uma vez que sei que não existe motivo para tal.

De todas as implicâncias a que mais me irrita é sem dúvida nenhuma em relação a roupa. Desde pequena gosto de pouca roupa e não mudei com o tempo, sempre com saias, shorts e vestidos curtos, decotes e lingeries provocante (nesse caso iniciou aos doze anos), mas minha mãe acredita que é errado, e não que eu seja uma feminista estupida, mas na parte do “meu corpo, minhas regras” eu concordo.

A briga era constante, e vinha incomodando a muito tempo, porém nos últimos dois anos isso se agravou, com o casamento e a vinda do Rogério para nossa casa, minha mãe parecia se sentir ameaçada, estava sempre levantando essa questão, e estressando por situações bobas como andar do banheiro até o quarto com a toalha enrolada.



Aquilo estava me enchendo o saco, eu já não tinha mais paciência, meu padrasto tentava amenizar as coisas e muitas vezes ate se irritava com a minha mãe dizendo que me respeitava e me via como uma filha, que ela não deveria se preocupar tanto com minhas roupas dentro de casa, mas ela não entendia, e essa atitude a deixava ainda mais irada, fazendo com que se voltasse contra ele, com ofensas pesadas, chegando até a dizer que todo velho babão não resiste a uma menininha.

A situação parecia não ter mais pra onde piorar, de uma briga semanal tínhamos pulado pra brigas diárias, minha vontade era de pular no pescoço dela as vezes, porém não podia fazer isso, precisava de outra solução.

Pensei em muitas formas de dar o troco nas atitudes baixas dela mas nenhuma delas me parecia possível ou correta, e me fazia pensar sobre consequências ainda mais graves, até que um dia ela extrapolou os limites que nunca pensei que faria, indo ao extremo da agressão verbal e física.

Foi em um dia comum, acabei dormindo no sofá durante a tarde apenas de camiseta e calcinha, e por estar muito cansada apaguei ficando ali até que os dois retornassem para casa. Quando chegaram, assim que entraram pela porta minha mãe surtou ao me ver daquele jeito, me puxou pelo cabelo para me levantar, e em meio a xingamentos me acertou um tapa forte na cara.

Acredite ou não mas eu não fiquei incomodada com a agressão física, o pior foi ouvir que ela estava decepcionada comigo, que a falta de um pai presente, contribuindo mais com minha educação ao invés de pensão, tinha me feito tornar uma vagabunda.

Aquele exagero me humilhou bastante e causou a revolta que eu precisava para poder me vingar. Chorei muito naquele dia, mesmo cansada passei a noite quase em claro, e antes de poder fechar os olhos tomei a decisão, iria dar para o meu padrasto para me vingar dos insultos injustos que eu vinha recebendo a tanto tempo. Se para ela eu era uma vagabunda, para ele seria muito mais, e ele não acharia nem um pouco ruim.

Pensei bem em tudo, Rogério estava próximo de ter suas férias, o que me daria a oportunidade de ficar a sós com ele durante o período da tarde, mas eu tinha que ir preparando o terreno, alguns dias ele chegava mais cedo que ela, e eu precisava aproveitar. Sempre quando se aproximava o horário de retornarem para casa, eu me preparava pra uma provocação, ficava no segundo andar observando qual carro entrava na garagem, para saber se era mesmo ele, e assim poder atacar.



Na primeira oportunidade resolvi repetir a cena da briga, desci correndo para a sala, de calcinha e camiseta, me deitei no sofá, e fingi estar dormindo com a mão dentro da calcinha. Ele entrou na sala, evitou fazer barulho, e ficou um bom tempo la observando, quando subiu pro quarto eu me levantei e fui para o meu, evitando que ela chegasse e me visse ali novamente. Acredito que aquela cena tenha deixado ele excitado, ou não teria parado pra observar por tanto tempo, mas era apenas o começo do que eu estava para aprontar.

Dois dias depois tive outra oportunidade, e precisava pegar um pouco mais pesado. Deixei a porta do quarto aberta, fiquei apenas de sutiã, posicionei meu pinto de borracha em cima de um banquinho e sentei gostoso viradinha de costas para a porta. Ele ficou um tempo no primeiro andar, provavelmente na cozinha, e eu continuei quicando no consolo, até que ouvi seus passos pela escada e corredor até a minha porta. Eu sabia que ele estava ali, se quisesse poderia me surpreender me colocando em uma situação constrangedora, ou simplesmente se afastar e anunciar sua chegada para que eu me alertasse e fechasse a porta antes de se aproximar, mas não, o “papi” estava assistindo sua enteada sentar forte em um enorme pinto de borracha.

Durante a noite pude comprovar a eficiência de minhas provocações, quando os dois entraram para o quarto e começaram a transar. Estavam fazendo bem mais barulho que o habitual, era nítido que ele estava pegando pesado com ela, provavelmente pensando em mim, me aproximei da porta e pude ouvir frases como “senta gostoso putinha, senta com vontade” que confirmava ainda mais o efeito das minhas provocações.

Como se adivinhasse, minha mãe estava chegando mais cedo que o habitual, me dando apenas mais uma chance de provocá-lo antes de ficarmos verdadeiramente sozinhos naquela casa silenciosa. O terceiro ato foi quase tão simples quanto o primeiro, porém mais intenso que o segundo. Esperei que ele chegasse, vestida normalmente com camiseta e shortinho de academia, puxei papos aleatórios, e enquanto conversávamos no sofá começamos a falar sobre a cisma da minha mãe, ele já falava coisas diferentes como “você está um mulherão, por isso ela fica enciumada” e como uma boa predadora quanto maior a brecha que ele dava, mais eu me aproximava.



Sentei em seu colo de ladinho, falei que ele era um cara muito legal, e que eu adorava ter ele ali. Falei que nunca diria ou faria nada que pudesse prejudicá-lo, e que adoraria ter como agradá-lo e tirar parte do estresse que causava indiretamente a ele por ter um comportamento que minha mãe julgava inadequado. O nervosismo dele era difícil de disfarçar, seu pau estava tão duro que parecia que iria rasgar a calça e também o meu shortinho, e para aproveitar eu sempre me ajustava de leve em seu colo, mexendo nele com o bumbum como que não quisesse nada.

Aquele dia teve o mesmo efeito do último, a foda estava sendo boa, minha mãe estava sendo punida na cama do jeito que toda mulher gosta. No fim das contas eu estava fazendo um bem para ela, apimentando seu casamento, mas como nunca poderia contá-la nem ser recompensada por isso, teria que pegar algo para mim, e seria uma tarde intensa de sexo com meu padrasto.

Finalmente a primeira semana de férias chegou, e eu estava pronta para dar a ele uma tarde inesquecível de putaria. Coloquei um shortinho curto atolado no rabo, um top, e enquanto ele ficava no sofá assistindo televisão eu aproveitava para limpar a sala e empinar bem a minha bunda. Por um momento quando foi limpar a mesa de centro da sala fiquei de quatro e pude ouvir uma espécie de gemido seguido de uma respiração mais intensa, ele devia estar explodindo de desejo, tanto que não se conteve e puxou um assunto pra lá de proibido.
– É Amandinha, vou te falar que sua mãe tem razão, não é fácil ficar com você assim dentro de casa não viu – afirmou
– Porque? To só limpando “papi” – me fingi de boba para instigá-lo
– Sério mesmo, você já ta uma mulher feita, tem um corpo espetacular, uma voz super excitante, é difícil ficar perto sem querer fazer algo. – disse ele deixando claro sua vontade
– E porque você não faz? – perguntei
– Não posso, você é como uma filha pra mim, além disso sou casado com a sua mãe – afirmou
– Então, mas como meu “papi” você tem que cuidar bem de mim, e minha mãe não precisa ficar sabendo de nada – deixei claro que queria também
– Cuidar bem te traçando? Você tem dezesseis anos, eu tenho quarenta e dois. – resistiu ele
– Olha, se idade fosse problema você não estaria com a minha mãe, a diferença é grande assim como era do meu pai pra ela quando ficou grávida de mim. Se com a minha idade ela estava sendo mãe, que mal teria eu te agradar por uma tarde? – perguntei

Sem responder ele se levantou, me pegou pego cabelo, e me atirou no sofá. Sem perder tempo foi logo socando o pau na minha bucetinha molhada, ele demonstrava todo o desejo me segurando forte pela nuca e metendo sem dó em mim.



Enquanto fodia ele falava muita coisa que me excitava, e tínhamos pequenos diálogos provocantes, tanto para mim quanto para ele.

– Toma putinha, disso que você gosta – disse ele
– Ai papaaaai, que delícia – eu adorava chamá-lo de pai, principalmente nessa situação
– Assim que eu gosto, caso com uma vadia e ganho outra de presente – disse ele se soltando ainda mais
– Isso mesmo papai, aqui é tudo seu, fode do jeito que quiser – afirmava reforçando seus pensamentos

Em seguida ele me colocou de bruços com a bunda bem empinada, e continuou socando com força. Era muito gostoso ter meu padrasto ali me comendo do jeito que ele faz todas as noites com a minha mãe. Isso me deixava louca, além de me dar a saborosa vingança que eu tanto queria.

Por foder intensamente, ele acabou se cansando, já estava todo suado, e precisava descansar, mas como um bom comedor ele não faria isso ficando atoa. Me pegou novamente pelos cabelos e me levou até a escada, onde se sentou e me colocou em seu colo dizendo “pula igual você tava pulando com aquele pinto de borracha sua vagabunda”. Eu precisava mostrar do que era capaz, coloquei as mãos nos joelhos, como se fosse iniciar uma sessão de funk, e balancei bem o meu rabo naquele pau maravilhoso deixando-o em êxtase.

Quando cansei ele se levantou, mandou eu me apoiar com as mãos em um degrau, como se ficasse de quatro porém ainda em pé, e segurando minha cintura com força continuou a meter, porém um pouco mais fraco. Ele fodia muito bem, eram quarenta e dois anos de experiência sexual sendo gastas com vontade com a minha bucetinha.

Pensei que a foda acabaria logo ali, depois de meter com tanta intensidade era difícil manter a trepada, mas como um bom macho ele não parava, me pegou no colo, colocou contra parede, e continuou a foder, até gozar pela primeira vez, enquanto eu já estava na terceira.

Subimos para o quarto, tomamos um banho juntos, onde trocamos muitas carícias e beijos. Ele me tratou como uma criança, esfregando meu corpo, e lavando todas as minhas partes, até me secar no final, mas quando chegamos no quarto já foi me agarrando pela cintura, beijando meu pescoço, e me empurrando contra a cama, onde cai de bruços. Então ele usou o travesseiro da minha mãe para colocar em baixo de mim, empinando ainda mais a minha bunda, abriu a gaveta e jogou uma boa quantia de óleo na minha bunda.



Depois de lambuzar bem, sem nem ao menos perguntar, ele penetrou meu cuzinho. Nos primeiros minutos manteve a calma, metia firme mas bem devagar, e não permitia que eu me masturbasse segurando minhas mãos. Logo quando as soltou pude finalmente brincar com a minha pepeca, e ele se aproveitou disso para começar a socar forte. A dor do anal misturada ao prazer da masturbação era algo louco, por mim aquilo continuaria para sempre.

Ele meteu por muito tempo, me fez gozar gostoso com o pau no rabo, e assim que percebeu com o meu grito envolvido em gemido dizendo “gozeeeeeeeeeeeeei”, me virou, subiu em mim ficando em cima do meu rosto, onde ele se masturbou enquanto eu chupava o seu saco. Ficamos ali por muito tempo, parecia que ele não gozaria nunca, mas quando gozou me surpreendi, era muita porra pra um homem só, minha boquinha ficou cheia e meu rosto todo esporradinho, mas sem dúvida foi uma delícia.

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8 comentários em “Para me vingar trepei com meu padrasto

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